Logotipo IF Instituto Federalista
Brasil
Sublata causa, tollitur effectus : Suprimida a causa, cessa o efeito

O Federalista

Preencha o formulário abaixo para receber, gratuitamente, os boletins do Instituto Federalista em seu endereço eletronico:

Nome:

E-mail:

Cód. de Segurança



Contato
Sua Opinião
Declaração de apoio
   

Destaques


A mágica do aparente sucesso da economia brasileira está na política suicida elogiada pelo mercado financeiro internacional.

Análise escrita por Ricardo Bergamini, em 27/03/2010.

A mágica do aparente sucesso da economia brasileira está na política suicida elogiada pelo mercado financeiro internacional.

O mundo se curva aos sólidos fundamentos econômicos do Brasil

Prêmio “Estadista Mundial” concedido ao Presidente Lula pelo mercado financeira internacional

- Em 2009 o Brasil pagou juros reais positivos de 12,57% ao ano e recebeu nas aplicações das reservas juros reais negativos de 3,8% ao ano (juros zero e inflação americana de 3,8% ao ano). Um ganho real para o mercado financeiro internacional de 16,37% ao ano (Fonte MF).

Com essa política:

1 - O câmbio fica contido.

2 - A inflação fica sob controle.

3 - Gera créditos abundantes.

4 - Gera crescimento econômico.

Como consequência gera as afirmações abaixo:

Aumento de carga tributária versus déficit fiscal nominal

- De janeiro de 2003 até dezembro de 2009 a União gerou um déficit fiscal nominal de R$ 708,4 bilhões (4,18% do PIB) com a agravante do aumento real da carga tributária da União em 12,86% do PIB (22,08% do PIB em 2002 para 24,92% do PIB em 2008) (Fonte MF).

Dívida Interna da União teve aumento real em relação ao PIB de 14,57%

- Em 2002 a dívida interna da União (em poder do mercado e do Banco Central) era de R$ 841,0 bilhões (56,91% do PIB), em 2009 era de R$ 2.037,6 bilhões (65,20% do PIB). Aumento nominal de 142,28% e aumento real em relação ao PIB de 14,57% (Fonte MF).

Não há necessidade de ser economista para concluir que essa política criminosa e irresponsável vai explodir.


Ricardo Bergamini
(48) 4105-0832
(48) 9976-6974
ricardobergamini@ricardobergamini.com.br
http://www.ricardobergamini.com.br


Amigo, sou leigo no assunto. Não sei se entendi bem... mas em poucas palavras, o que sustenta tudo é a política de juros altos que atraem capital estrangeiro e faz com que, se aparente, uma redução das dívidas interna e externa do país. E além disso, o PIB, subiu muito. Correto? Foi devido às altas das comódites que representam grande parte do PIB, como por exemplo as exportações agrícolas que representam cerca de 33% do PIB?

Ou seja, se houver uma grande retirada de capital estrangeiro, e/ou se o PIB diminuir, as dívidas (percentuais ao PIB) aumentam? É isso?


Comentario IF Uma pessoa leiga resolver ler os números do Prof. Bergamini. Na dúvida sobre o que constatou, resolveu perguntar e teve a confirmação, nada alvissareira.

Pois bem, a pergunta é: até quando a cosmética aguentará? Enquanto o País não se arrumar internamente e não se livrar de governos que mais gastam do que investem, mas cobram do que repassam, mais falam do que fazem, continuaremos na corda bamba. Até quando, repetindo?